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Agências e influenciadores encontram na transmissão ao vivo melhor ferramenta para alcance e engajamento

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São Paulo, julho de 2017 – Engajar é a palavra de ordem, uma vez que traz o resultado (mensurável e escalável) que clientes e agências procuram. O desafio é construir engajamento com campanhas que possam repercutir em mídias tradicionais e digitais, pelo maior tempo possível. Desde o início do ano passado, quando o Facebook abriu o Live para todas as páginas, esse desejo se tornou mais próximo de ser alcançado – uma vez que a tecnologia tem trazido cada vez mais oferta de recursos (nas plataformas como YoutTube, Twitter e Instagram, além do Facebook) para interação entre público e campanhas.
Um bom exemplo desse movimento foi a ação que a agência Africa criou para RAP10, que desafiava o chef de cozinha Henrique Fogaça (uma das estrelas do programa MasterChef) a ensinar os cozinheiros de plantão a prepararem um lanche rápido – a qualquer hora. Durante uma transmissão ao vivo em sua fanpage no Facebook na última segunda-feira, dia 3, Fogaça interagiu com a audiência em tempo real (com a hashtag #BoraDesgourmetizar), batendo papo e preparando lanches com os ingredientes que os fãs tinham em sua geladeira.

A ativação ao vivo alcançou 362 mil espectadores durante os 56 minutos de transmissão e foi um desdobramento da campanha com o influenciador, músico e chef, que desde setembro do ano passado é o garoto programa da Marca. A estratégia começou com ações digitais, partindo para um elogiado filme (veiculado em TVs aberta e fechada) e vêm sendo trabalhada em mídias digitais desde então, mostrando o valor que o conteúdo pode trazer para as campanhas multiplataforma.
A proatividade no contato com o público em Lives faz sentido, já entrega resultados expressivos e se consolida com tendência para este ano entre as agências de publicidade, livemarketing e PR (por sua amplitude de alcance orgânico nas plataformas, como Facebook, Youtube, Twitter e Instagram). Segundo dados de estudos recentes do IAB e da Comscore, a publicidade online movimentou mais de R$ 9 bilhões só em 2015, sendo destes mais de R$ 1,03 bi investidos em mídias com vídeos digitais. Em 2016, a receita de mídias digitais alcançou a marca de R$ 10,4 bi, um crescimento de 12%.
Segundo Celso Augusto Forster, cofundador da plataforma de transmissões de shows ao vivo ClapMe, responsável pela Live (via unidade de negócios digitais, a ClapMedia), o potencial de impacto para marcas cresce junto com a adesão do público ao novo formato. “Não há forma mais efetiva de impacto, hoje, do que a transmissão ao vivo. Todas as marcas devem pensar em estratégias de Live para promover seus produtos e serviços, em datas sazonais ou eventos especiais, como festivais e feiras. São dez vezes mais comentários e três vezes mais audiência do que em vídeo gravado. Sem falar na exposição orgânica até 5 vezes maior do que postagens em texto e foto”, explica Forster.

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