Conectividade por satélite: promovendo a democratização do acesso à educação virtual

O ensino a distância ganhou ainda mais força no Brasil e no mundo devido à pandemia de COVID-19. De acordo com a pesquisa do Instituto DataSenado sobre a educação na pandemia, dos quase 56 milhões de alunos matriculados na educação básica e superior no Brasil, 58% (32,4 milhões) passaram a ter aulas virtuais.

Entretanto, muitas regiões brasileiras ainda têm limitações de acesso à internet, o que impede muitos estudantes de darem continuidade aos estudos. Essa realidade também está presente em outras regiões da América Latina, como é o caso da Colômbia. Segundo os dados do Ministério das Tecnologias da Informação e Comunicação (MinTIC) da Colômbia, apenas 1 em cada 6 agregados familiares nas zonas rurais tem a possibilidade de ter acesso aos serviços de Internet.

Portanto, uma maneira alternativa de superar os desafios de conectividade para áreas mal atendidas ou não atendidas é o uso de Internet confiável e de alta velocidade via satélite. A SES opera a única constelação de satélites multi-órbita do mundo, contando com a combinação única de cobertura global e alto desempenho, incluindo o sistema O3b de Órbita Terrestre Média (MEO) de baixa latência comprovado comercialmente. Aproveitando uma vasta e inteligente rede habilitada para nuvem, operadoras de rede móvel (MNOs) e provedores de serviço podem oferecer soluções de banda larga habilitados por satélite de alta qualidade, mesmo em locais de difícil alcance.

Na Colômbia, isso já está sendo possível desde 2019 graças à bem-sucedida instalação de 1.300 zonas de wi-fi realizada em tempo recorde pela SES em parceria com a INRED, um provedor local de serviços e soluções de engenharia. Essas zonas de wi-fi, possíveis graças ao satélite geoestacionário SES-14, melhoram as condições para comunidades em termos de crescimento econômico, emprego e, claro, educação virtual, conectando quase um milhão de pessoas em 424 municípios em todo o país

O mundo depois da COVID-19 será mais digital, exigindo mais conectividade, habilidades digitais e acessibilidade, e satélites terão um papel fundamental no fornecimento de mais cobertura de maneira eficiente e sustentável. Ativar uma educação que chegue a todos pode ser o caminho para a transformação e o alcance dos satélites é essencial para ajudar nesse processo.

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