HP Inc. anuncia metas ambiciosas para 2030 a fim de promover diversidade, equidade e inclusão no setor de tecnologia

A HP Inc. (NYSE: HPQ) anuncia uma série de metas ambiciosas para tornar o setor de tecnologia mais diverso, equitativo e inclusivo, incluindo o compromisso de atingir paridade de gênero na liderança até 2030.

O anúncio faz parte da estratégia de Impacto Sustentável da HP para criar um impacto positivo e duradouro no planeta, em nossas pessoas e nas comunidades onde vivemos, trabalhamos e fazemos negócios. Ele chega após a HP anunciar recentemente algumas das metas climáticas mais agressivas e abrangentes do setor.

“Nossas metas para 2030 foram criadas para fazer da HP a companhia de tecnologia mais sustentável e justa do mundo. As medidas que estamos tomando para enfrentar alguns dos maiores desafios da sociedade vão fortalecer nossas comunidades e, ao mesmo tempo, estimular a inovação e o crescimento em nosso negócio”, afirma Enrique Lores, presidente e CEO da HP Inc.

“Criar uma cultura de diversidade, equidade e inclusão é essencial para o sucesso da HP há muito tempo, mas nosso trabalho está longe de terminado”, continua Lores. “Vamos continuar nos empenhando para derrubar as barreiras dentro de nossa organização, usando nossas plataformas para promover a equidade de gênero e racial, a justiça social e os direitos humanos em todo o nosso ecossistema”.

Os novos compromissos da HP vão contribuir para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU) e são coerentes com os Princípios Orientadores sobre Empresas e Direitos Humanos da ONU.


Acelerando a equidade de gênero e racial na tecnologia

Desde sua fundação, a HP tem abraçado o poder da diversidade para promover a inovação e reconhecido que o avanço começa de cima. É por isso que criou um dos conselhos administrativos intencionalmente mais diversos da indústria de tecnologia. A HP continua sendo uma das principais companhias tecnológicas com mulheres em cargos executivos. Mais de 30% das funções de liderança na HP são desempenhadas por mulheres, quase o dobro do parâmetro no setor, que é de 16% de mulheres em cargos sêniores.

Como a covid-19 impactou desproporcionalmente muitas mulheres – o que fez um quarto delas pensar em deixar o local de trabalho ou desacelerar sua carreira, segundo estudo recente da Lean In e da McKinsey –, a HP está fazendo um esforço orquestrado para apoiar o avanço das mulheres na carreira. A companhia visa a atingir igualdade de gênero 50/50 na liderança até 2030. A HP também assume o compromisso de ultrapassar a marca de 30% de mulheres em cargos técnicos e de engenharia até 2030.

Além de lutar pela igualdade de gênero, a HP tem um rico histórico de promover a igualdade racial e a justiça social. Enquanto membro fundador do conselho de decanos do setor privado das Historically Black Colleges and Universities (HBCU, grupo de faculdades e universidades historicamente negras dos EUA), a HP tem um relacionamento longevo com as HBCUs e promove um desafio corporativo anual para ajudar estudantes negros a iniciar carreiras em tecnologia. O Supplier Diversity Program, programa de diversidade de fornecedores da HP nos EUA, teve um impacto econômico total de cerca de US$ 1 bilhão no ano passado.

No início deste ano, a HP lançou publicamente sua Racial Equality and Social Justice Task Force, força-tarefa de igualdade racial e justiça social com um amplo conjunto de metas. O projeto vai acelerar as estratégias, práticas e políticas em termos de contratação, retenção e promoção de talentos negros e afro-americanos; alavancar o poder financeiro da HP para influenciar seu ecossistema, inclusive parceiros, prestadores de serviço e fornecedores da HP; e defender a causa da igualdade racial por meio de políticas públicas, ações da sociedade civil e posicionamentos corporativos claros sobre questões locais e nacionais. A HP também é membro fundador da OneTen, uma coalisão de empresas que estão se unindo para qualificar, contratar e favorecer 1 milhão de pessoas negras na América nos próximos dez anos, com empregos capazes de sustentar suas famílias.

No anúncio, a HP informa que pretende que sua representatividade racial/étnica se iguale ou supere a disponibilidade de mercado nos EUA até 2030.

“A pandemia de covid-19, somada ao assassinato de George Floyd e tantos outros cuja vida foi abreviada desnecessariamente, provocou uma cobrança por compensações, há muito necessárias, às desigualdades sistêmicas que afligem nossas comunidades”, afirma Lesley Slaton Brown, diretora executiva de diversidade da HP Inc. “Estamos comprometidos em transformar as tragédias e os desafios do ano que passou em uma força para provocar mudanças significativas. Não vamos fechar os olhos para as forças do racismo, da discriminação e da inequidade que impedem que tantos negros atinjam seu potencial, e não vamos descansar até que todos, em todos os lugares, tenham acesso às oportunidades que merecem”.

Fomentando a cultura de inclusão e pertencimento

 A HP tem uma base sólida para construir um local de trabalho ao qual todos os empregados possam pertencer e no qual possam inovar e crescer. Ela conta com mais de 125 grupos de apoio de funcionários em 32 países, treinamentos Belong @ HP, programas de desenvolvimento de liderança para grupos sub-representados e outros recursos que têm ajudado continuamente a companhia a atingir um alto índice de inclusão interno.

Apesar dos desafios causados pela pandemia, a HP encontrou maneiras inovadoras de ajudar os funcionários a permanecer conectados virtualmente e manter a saúde e o bem-estar, o que contribuiu para um aumento no engajamento dos colaboradores e resultou em uma percepção positiva da HP como um ótimo lugar para trabalhar[3]. Só em 2020, a HP recebeu mais de 150 reconhecimentos como um dos melhores lugares para trabalhar e por promover a diversidade, equidade, inclusão e sustentabilidade.

Seguindo em frente, a HP compromete-se a manter anualmente uma taxa superior a 90% no índice de inclusão interno relativo a funcionários de todos os grupos demográficos. Também busca ser classificada universalmente como a empregadora preferida de grupos sub-representados na indústria de tecnologia até 2030.

Apostando no empoderamento do trabalhador

A HP entende que o jeito de fazer é tão importante quanto o que se faz. Respeitar os direitos humanos é uma prioridade do negócio, e a HP tem o compromisso inabalável de encontrar maneiras de apoiar os trabalhadores de sua cadeia de suprimentos. Para impulsionar a transparência, a HP publicou seu primeiro Human Rights Progress Report (relatório do progresso em direitos humanos) no ano passado.

Aumentando os esforços atuais, a HP vai criar uma cadeia de suprimentos visível e resiliente, com o objetivo de garantir o respeito aos direitos humanos relativos ao trabalho em 100% de seus principais fornecedores de manufatura e também fornecedores menores, que apresentam maior risco, até 2030[4]. A HP também pretende alcançar 1 milhão de trabalhadores até 2030 com programas de empoderamento profissional.

Os trabalhadores da cadeia de suprimentos do setor muitas vezes podem ser os mais vulneráveis, e os programas da HP vão além do princípio de risco conhecido como “do no harm (não prejudicar) a fim de viabilizar a qualificação e o desenvolvimento pessoal[5]. As oportunidades de feedback também serão expandidas para permitir que os empregadores ouçam os pontos de vista dos trabalhadores e respondam à altura. Por fim, os programas da HP vão garantir que os participantes tenham uma compreensão sólida de seus direitos no local de trabalho e que ganhem a capacidade de influenciar as condições de trabalho para prevenir o assédio e a discriminação.

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