Jellysmack planeja assinar com 80 criadores de vídeo na América Latina até o final deste ano

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O ecossistema de criadores de vídeo curtos e longos na América Latina está cada vez maior – segundo pesquisa recente da Nielsen, por exemplo, o Brasil já possui mais de 500 mil influenciadores digitais. Ao mesmo tempo, o crescimento e a monetização desse tipo de material são lentos e, em muitos casos, desperdiçados. Nesse contexto, a Jellysmack, empresa global que potencializa e desenvolve criadores de vídeo, trabalha para se tornar um dos principais players da creator economy ampliando a possibilidade de monetização e a audiência de criadores em todo o mundo, inclusive grandes nomes da América Latina.

Após sua chegada na região no ano passado, a Jellysmack teve diversos marcos importantes. Hoje, mais de 50 YouTubers latino-americanos fazem parte do programa de criadores, no qual, por meio de tecnologia de análise de dados e inteligência artificial, a startup edita até 30 versões de materiais e escolhe o melhor para distribuir em cada rede social, impulsionando o crescimento orgânico em termos de audiência e ganhos. Desta forma, um criador pode ver sua audiência ir de zero a centenas de milhares ou até milhões de seguidores em apenas alguns meses ou até um ano. Esse fenômeno é conhecido como o “Efeito Jellysmack”.
 

A tecnologia patenteada da Jellysmack é dividida em quatro frentes:

  • JellyPulse: Detecta e qualifica os criadores
  • JellyCore: Ajuda a operar seus canais digitais
  • JellyBoost: Impulsiona o crescimento das audiências e os ganhos dos criadores
  • JellyBoard: Guia os criadores para produzir conteúdos melhores

“Trabalhamos em função das necessidades dos criadores de conteúdo. Analisando a indústria, observamos que cada plataforma é diferente, portanto, o conteúdo também deve ser. Nosso principal objetivo é deixar os criadores menos suscetíveis às mudanças de algoritmo e comportamento da audiência, tornando-os multiplataformas”, afirma Bruno Belardo, Country Manager da Jellysmack para o Brasil.

Por esse motivo, o objetivo da Jellysmack no mercado latino-americano é assinar pelo menos 80 criadores para seus programas, sendo 40 deles no Brasil e o restante na América Latina hispânica. Da mesma forma, a startup busca ampliar o programa de licenças do YouTube, através do qual a empresa investe no catálogo de vídeos antigos de um criador e passa a monetizar por meio de sua biblioteca do YouTube. Assim, ao invés de o criador receber o que seus vídeos gerariam em cerca de cinco anos, por exemplo, a Jellysmack paga a quantia diretamente, dividindo os ganhos subsequentes entre 50/50, respondendo à necessidade do criador de rentabilizar imediatamente ou em menos tempo. Os dados ​​e recursos de inteligência artificial da Jellysmack permitem que a empresa preveja os ganhos potenciais do catálogo de vídeos de qualquer criador e ofereça os aportes.

De acordo com a Tubular Labs, o conteúdo gerenciado pela Jellysmack possui 10 bilhões de visualizações mensais no mundo todo e um alcance multiplataforma de 125 milhões de usuários únicos nos EUA.
 

Para fazer parte do grupo de criadores da Jellysmack, os padrões mínimos são: ter uma biblioteca de 300 vídeos e 100.000 seguidores, sempre dependendo da vertical de temas, e, em algumas exceções, de acordo com a qualidade dos conteúdos. Dentro da sua lista de criadores brasileiros, destacam-se Rezende Evil, Richard Rasmussen e Mandy Candy.

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