Jogos produzidos por alunos de ensino médio serão apresentados na BGS

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e 9 a 13 de outubro, os alunos do curso técnico médio de Programação de Jogos Digitais do Colégio FECAP participam da BGS (Brasil Game Show) – maior evento de games do país. Os estudantes vão apresentar os dois melhores jogos produzidos durante o ano letivo e eles poderão ser testados pelos visitantes da feira.

Segundo pesquisa apresentada pela PwC, o faturamento do setor de games atingiu 1,5 bilhão de reais em 2018 no Brasil, o que nos mantém em posição de liderança na América Latina e no 13º lugar do ranking mundial. Ainda, a previsão é de que até 2022 o mercado ainda cresça 5,3%, passando de 334 milhões de dólares em 2017 para 878 milhões, um cenário que mostra a relevância desse mundo no mercado global.

Segundo a Prof. Evelyn Cid, Coordenadora do curso técnico do Colégio FECAP, o crescimento do setor no país demanda profissionais especializados.

“Com um mercado de games que aponta um crescimento tão significativo no Brasil e abre portas para profissionais bem qualificados, um aluno com ensino técnico em jogos, que apresenta diversas skills, é diferenciado”, pontua a professora.

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Os jogos selecionados neste ano foram produzidos por grupos de alunos, de 17 e 18 anos, do terceiro ano do curso. Yan Heiji e Gustavo Mansur são responsáveis pelo “Open Eyes”. O jogo em primeira pessoa se baseia em um cão cego que deve se localizar por meio dos latidos, explorar o cenário e resolver quebra-cabeças para progredir.

“Foi muito estressante. A gente passou por vários desafios, tivemos desavenças entre nós, mas conforme o tempo foi passando ficamos cada vez melhores, tanto no trabalho em grupo como no projeto. Foi divertido”, comenta Gustavo Mansur.

Já o outro projeto aprovado retrata as aventuras de “HORI”, um pescador da região da Nova Zelândia que é pego por uma terrível tempestade e desmaia; ao acordar, ele se vê perdido. Com apenas um barco precário e uma vara de pesca, o jogador precisa utilizar o ambiente ao seu favor para navegar precisamente pelo cenário. O jogo foi produzido por Amanda Maia, Ian Lucca Hatty, Isabella Alegrette Juliano e Olivia Ramos.

“Nosso projeto mudou muito em relação ao planejamento inicial. O maior desafio foi nos organizarmos como grupo para seguirmos o plano de ação”, comenta Olivia Ramos. Isabella Alegrette afirma também que a equipe não sabia se iria conseguir finalizar o jogo devido aos problemas que apareceram durante a produção.

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