O Quebra Nozes e os Quatro Reinos é um show visual

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Eu estive na pré-estreia de “O Quebra Nozes e os Quatro Reinos” uma produção da Disney baseada no conto Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos.
A história do quebra-nozes nunca mexeu comigo, nem na infância e eu acho justamente pela falta de conexão com os personagens. Soldadinhos de chumbo e até o hábito de quebrar nozes com um bonequinho não fizeram parte do meu imaginário infantil, mas é impossível negar a importância da obra.

É bem interessante ver as decisões que os diretores Lasse Hallström, Joe Johnston para a trama principalmente no figurino e cenografia. Há ainda uma mistura de cenas com extrema computação gráfica e outras com cenas digamos, mais old school. E essa mistura funciona bem.
O filme é um show visual e mostra porque a Disney sempre foi reconhecida como uma empresa que sabe contar histórias. A cena do ballet no meio da narrativa é um presente que merece ser apreciado em cada segundo.
Mackenzie Foy no papel de Clara é encantadora. Ela é super carismática e convence até nas cenas em que ela deve ter contracenado somente com uma tela verde.
Porém há um gostinho de quero mais na hora de conhecer os Quatro Reinos e a narrativa  às vezes parece ser uma simples desculpa para o show visual apresentado pelo filme. Na minha opinião, o filme cumpre seu papel de encantar com um visual mágico e que deve encantar os pequenos que não sentirão falta de um roteiro mais complexo.

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Mas vale a pena ir assistir O Quebra Nozes e os Quatro Reinos?

Eu acho que esse é o tipo de filme que vale mesmo ir no cinema, porque as imagens saltarão aos olhos na grande tela e talvez não tenham tanto impacto na TV em casa.
O roteiro não é complexo e os personagens não são mostrados de forma profunda, mas isso não atrapalha o “fator diversão” do filme. A cena do ballet é um ponto alto do filme: aprecie sem moderação.
 

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