Os números podem estar te fazendo mal e a culpa pode ser das marcas e plataforma…

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Os números podem estar te fazendo mal e a culpa pode ser das marcas e plataformas.

Nesse setembro amarelo eu não poderia deixar de abordar como faço quase todo ano a temática dos números nas redes sociais.

Semana passada mesmo eu vi uma grande marca num evento falando como usam data driven e escolhem influenciadores por relevância. Na prática a empresa contrata celebridades que nem usam o produto e discriminam produtores de acordo com o seu tamanho numérico. É discriminação e preconceito sim, a gente precisa dar o nome certo para as coisas.

Enfim, a hipocrisia.

Só que a hipocrisia fica ainda maior quando vemos dezenas de marcas que tomam suas decisões somente baseadas em números e fazem cada vez mais criadores de conteúdo se sentirem menosprezados ou impopulares porque não atingiram determinado score. É uma lógica cruel e muitas vezes irracional.
E aí ficam nas redes falando de saúde mental.

Ou as plataformas que jogam pesado para forçar creators para produzirem loucamente para ativar o algoritmo mas que na prática é o mesmo que colocar um monte de gente para trabalhar de graça para eles, enquanto comemoram o resultado financeiro na casa dos US$ bilhões.


Acho lindo o discurso do slow content, mas as plataformas só querem o “fast content as you can’t”.

Claro que os números são importantes e bla bla bla… Tô ligado… são 20 anos no mercado de comunicação. Aliás o mercado evoluiu bastante nisso e hoje posso citar várias marcas que dão show nesse quesito. Mas ainda precisamos evoluir.

Agora eles não podem ser mais importantes que a sua saúde mental, a sua vida, e as coisas que você acredita.

Faça porque te deixa feliz, faça por orgulho de fazer, faça porque te faz bem.

E se tudo isso estiver te fazendo muito mal, primeiro culpe as marcas e plataformas responsáveis por isso – elas ganham muito dinheiro em cima desse cenário, e depois, procure ajuda especializada e se for o caso dê um tempo.

Existe vida fora do algoritmo e ela pode ser linda também.



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