Facebook enfrenta sérias críticas da imprensa: em jogo a reputação da rede

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A primeira notícia que chama a atenção vem do TechCrunch, cultuado site de cultura digital e referência no setor. Com o título “It’s time for Facebook and Twitter to coordinate efforts on hate speech” (numa livre tradução minha: “Está na hora do Facebook e Twitter reunirem esforços para combater o discurso de ódio) o veículo faz duras críticas e cobranças às redes sociais.
E aqui uma fala minha. A gente ouve pouco falar sobre isso no Brasil mas essas redes sociais acabam ganhando dinheiro com conteúdo de viés – digamos – controverso. As Fakenews mesmo são carregadas de anúncios e interações. É um ganho indireto, mas ainda sim um ganho.

Cobrança mais dura

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Já o NewYorker fez uma cobrança realmente dura no texto com o título “Can Mark Zuckerberg Fix Facebook Before It Breaks Democracy?” (numa tradução livre: “O Mark Zuckerberg conseguirá consertar o Facebook antes de quebrar a democracia”?).
O veículo de comunicação traz um histórico da rede, lembra do escândalo da Cambridge Analytics e fala da expectativa do público norteamericano  em respostas mais rápidas da rede para esses anseios da sociedade.

Enquanto isso no Brasil

Longe desse tipo de discussão aqui no Brasil o Facebook teve uma fonte de lucro extra com as eleições no Brasil. Há registros de pagamentos de até R$ 50 mil por um único anúncio na rede. O valor foi levantado por uma reportagem do G1. Na mesma matéria há a indicação de anúncios que estão sendo comprados para atacar adversários.
Enquanto lá é cobrança, cá é faturamento.
 

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