O retrofuturismo da melancolia de Simon Stålenhag.
Como o estranho de máquinas esquecidas mexe com o nosso imaginário e a melancolia de pensar qual história anterior as levou até ali.
feito por IA
É curioso pensar que estamos finalizando essa série sobre o retrofuturismo justamente pelo começo de onde surgiu a ideia desse especial e de como Tales From The Loop (Histórias do Loop, disponível em Prime Video) é uma das séries mais bonitas, difíceis e melancólicas que já assisti.
Eu até tenho dificuldade em sugerir ao leitor, porque é uma série densa, arrastada, com planos longos e lentos e muitas vezes sem sentido. Assista por sua conta e risco e depois, se não gostar, não brigue comigo.
Mas estamos falando então exatamente do que?
O universo dos robôs de Stålenhag.
Imagine uma paisagem rural sueca nos anos 1980. Campos cobertos de neve, casas de madeira cor de ferrugem, crianças andando de bicicleta numa estrada de terra. Até aqui, normalidade. Mas então, ao fundo, entre as árvores, ergue-se uma estrutura metálica colossal com dezenas de metros de altura, envolta em névoa, emitindo uma luz pálida e indiferente. Ninguém reage. Nenhuma criança para para olhar. É só mais uma máquina no campo

Armindo Ferreira
É jornalista com uma carreira sólida de mais de 22 anos na área – tendo passado pela TV Globo e SBT. Foi ainda finalista de um prêmio Esso e vencedor de um prêmio Unimed de Jornalismo. Hoje cobre três editorias: tecnologia, negócios e marcas. Há mais de 15 anos criou o Blog do Armindo para falar dos assuntos que gosta mais. Sempre de um jeito simples e descomplicado, com objetivo de empoderar o leitor para tomar melhores decisões quando o assunto é tecnologia.






